quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Periódicos


O periódico é uma publicação impressa e/ou eletrônica que contém artigos e é publicado numa determinada periodicidade que pode ser: semanal, mensal, semestral, anual, entre outros.

Os periódicos podem ser classificados como: Comercial e Científico. 

O comercial é aquele que não tem objetivo acadêmico e é escrito por jornalistas ou cronistas. O seu conteúdo é diversificado e geralmente, tem uma periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, além de ser vendido em bancas de revistas ou livrarias.

Já o Científico contém artigos, resenhas, resumo de pesquisas entre outros e é submetido a uma análise para poder ser publicado. Os autores destes artigos são pesquisadores, cientistas e professores e este tipo de periódico é destinado aos alunos de graduação e de pós, professores e profissionais da área. Quanto a periodicidade pode ser mensal, bimestral, trimestral, quadrimestral, semestral, anual e bianual.

Muitos dos periódicos científicos estão na internet com acesso gratuito e sua forma de aquisição é através de assinatura ou permuta/doação para as bibliotecas.

A Biblioteca da Focca possui uma Seção de Periódicos  que disponibiliza diversos periódicos comerciais e científicos nas áreas de Administração, Contabilidade, Letras e Direito para Consulta Local.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

A ciência comprova: ler faz bem para o cérebro. Conheça outros benefícios da leitura.


Talvez a conclusão deste post não surpreenda a maioria dos leitores, mas cientistas comprovaram recentemente o que parecia óbvio: literatura faz bem para o cérebro!
Nos Estados Unidos, um grupo de teste foi convidado a ler um capítulo do romanceMansfield Park, de Jane Austen, dentro de uma máquina de ressonância magnética, enquanto pesquisadores da universidade de Stanford analisavam os resultados neurológicos. 
Para o experimento, era preciso ler o capítulo de duas formas distintas: primeiramente, uma leitura descompromissada; depois, uma leitura para análise crítica da obra. 
A conclusão do estudo apontou que a leitura de livros pode ser um exercício valioso para o cérebro, já que quando lemos, o sangue flui para diversas áreas associadas à concentração e, no caso de uma leitura mais crítica, também para áreas menos ativas do cérebro. 
Logo, o estudo conclui que a forma de leitura afeta o cérebro e pode indicar formas de treiná-lo para ser cada vez melhor em atividades que exigem compreensão e concentração.
Estudos semelhantes para avaliar os benefícios da leitura com máquinas de ressonância magnética já haviam sido realizados antes na Europa. 
Em 2010, o neurocientista Stanislas Dehaene, diretor da Unidade de Neuroimagiologia Cognitiva do Inserm-CEA, na França, usou exames de ressonância magnética para avaliar o cérebro de adultos alfabetizados e analfabetos. 
Os cientistas descobriram, então, que os cérebros dos adultos que podiam ler eram mais ativos, ainda que, em contrapartida, perdessem parte de sua memória visual, possuindo menos habilidade no reconhecimento facial.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Preservação dos livros da biblioteca


Em dias de chuva são necessários alguns cuidados com os livros da Biblioteca

- Procurar andar com eles protegidos, dentro de sacolas plásticas.

- Se cair alguns pingos de chuva, secar imediatamente com folhas absorventes pois a umidade danifica as fibras do papel. 

- Se molhar muito, deve-se colocar folhas absorventes entre as folhas e trocá-las até que não fiquem mais úmidas e deixá-lo aberto em um lugar seco, para que ventile.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Biblioteca Digital da OAB


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) está disponibilizando livros jurídicos entre outros em sua biblioteca digital.

É possível fazer download grátis.

Acesse: OAB

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Os 10 piores erros que um profissional pode cometer agora

A economia do Brasil encolheu e as oportunidades profissionais minguaram. Vagas fechadas, demissões em massa e expectativa negativa dão contornos dramáticos ao cenário de emprego.
E se por um lado há aqueles profissionais de olho nas oportunidades que uma crise pode trazer, há quem faça tudo errado e aumente as chances de perder o emprego.
Mas, quais seriam estes erros? É o que EXAME.com foi investigar com especialistas, gestores e profissionais da área de recursos humanos. Confira quais são os piores comportamentos que uma pessoa pode ter neste período.

1. Pessimismo extremo
“Um dos piores defeitos é achar que absolutamente tudo vai dar errado, comportando-se com pessimismo diante da crise”, diz João Roncati, diretor da People & Strategy.
A atitude é ainda mais dramática e prejudicial para o clima de trabalho quando vem de um gestor. “Em momentos de crise, espera-se uma postura mais madura dos profissionais”, diz Camilla Padua, gerente de Rh da Evino.

2. Otimismo extremo
“Por outro lado, o otimismo cego é um erro. O profissional deve estar bem informado a respeito do cenário para saber até onde pode ir e como poderá fazer a diferença”, diz Roncati. Comportamentos panglossianos serão encarados como sinal de ingenuidade e desinformação. 


3. Especulação
“Contamina todo o ambiente”, diz Fernanda Pancheri, diretora da Note! Comunicação. Locutores da rádio-peão que engulam seco e profetas do Apocalipse que se cuidem. Mas semear fofocas, discórdia e espalhar o pânico no escritório é um péssimo comportamento, segundo os entrevistados.
De acordo com a gerente de Rh da Evino, tem profissional que se desespera e tira conclusões precipitadas e, na maior parte das vezes, fora da realidade. “No momento de crise a tensão é maior para todos. No entanto alguns exageram, uma pessoa passa e não dá bom dia, o outro já acha que será demitido”, diz.

4. Heroísmo
“É um erro grave, o profissional achar que sozinho vai conseguir resolver todos os problemas”, diz Roncati. Quem banca o herói, se desgasta e só revela a própria incapacidade de trabalhar em equipe.

5. Insistir em projetos caros e incertos
Difícil encontrar uma empresa que ainda não tenha ajustado custos para sobreviver à crise. “Gestores buscam alternativas de redução de custo e o profissional deve estar ciente que sugestões de projetos que, pelo contrário, tragam exigências ligadas a aumento os custos, podem não ser bem vistas”, diz Fernanda, da Note Comunicação. É importante entender o momento pelo qual a empresa atravessa e propor projetos que se encaixem no contexto da melhor forma.

6. Paralisia
O medo pode paralisar e entregar-se à inércia é igualmente perigoso para a reputação profissional. “ Às vezes, a pessoa pode ter uma sugestão de melhoria de processos mas fica travado e sente que não falar é melhor para não se expor”, diz Solange Pechibella, gerente de recursos humanos do Grupo Equipamed.
O risco que Solange enxerga é que o foco exclusivo nos problemas atrapalha o surgimento de ideias, tão necessárias para encontrar caminhos na crise.

7. Pedir aumento porque os preços subiram
Um pedido de aumento de salário não está proibido na crise. No entanto há que se justificar com resultados e produtividade. Atribuir o pedido ao aumento dos preços é mostrar-se um tanto quanto egoísta. Afinal, não foi só para você que tudo ficou mais caro.

8. Descomprometer-se com a equipe
Engajamento e comprometimento com o grupo são fundamentais para se destacar também em tempos difíceis, de acordo com Max Tozzini Bavaresco, diretor geral da SONNE. “É importante entender o momento e sentir que faz parte daquele grupo”, recomenda. Fazer o caminho contrário, portanto, pode levá-lo à ruína, ou melhor, ao olho da rua.

9. Deixar de fazer a sua parte
O profissional é protagonista dos seus resultados e deve assumir este papel, diz Bavaresco. Não é só o gestor que deve dar o exemplo. O comportamento de dono do negócio deveria estar presente em todos os níveis hierárquicos, na crise ou na bonança.
Lembre-se as oportunidades profissionais que têm surgido em maior número são para trazer mais eficiência com a substituição de profissionais que não estão entregando os resultados esperados e trazer mais eficiência. Você quer substituir ou ser substituído?

10. Ameaçar levar seu “brilhantismo” a outra freguesia
Especialistas e pessoas com raro conhecimento são os mais propensos a cometer este erro. Ao se considerarem essenciais ao bom andamento da operação, podem usar a necessidade da empresa pelo seu trabalho um elemento de barganha.
“É um momento de parceria e colocar a empresa em uma situação ameaçadora para conseguir alguma vantagem é também um dos piores erros”, diz Camilla Padua, da Evino. 

Fonte: Exame